A SATO Company anunciou o lançamento de Terra à Deriva 2: Destino, continuação do filme chinês de ficção científica, em junho nos cinemas brasileiros.
O filme estreia aqui após grande sucesso de bilheteria no exterior, arrecadando US$ 589 milhões mundialmente (muito maior que muitos blockbusters) e conquistando o 9º lugar nas bilheterias de 2023. Na China, o longa ultrapassou a marca de US$ 500 milhões em 16 dias e foi selecionado como candidato chinês para a categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar de 2024.
Lançado mundialmente pela Netflix, a primeira parte dessa história épica, baseada no livro de Liu Cixin, foi um marco do cinema chinês, sendo a terceira maior bilheteria mundial de 2019, atrás apenas de “Vingadores: Ultimato” e “Capitã Marvel”. A sequência foi bem recebida não só pelo público, mas também pela crítica. No Douban, plataforma chinesa semelhante ao IMDB e ao Letterboxd, o filme tem uma nota média de 8.3, e os usuários destacam os efeitos visuais de ponta e a expansão do universo.
Com direção de Frant Gwo, a área do estúdio de filmagens cresceu dez vezes em relação ao primeiro filme, alcançando 1 milhão de metros quadrados. Os efeitos visuais, mais uma vez criados pela empresa Pixomondo, são de tirar o fôlego, e o filme vem com a promessa de “elevar a ficção científica chinesa a um novo nível”, com uma narrativa que vai além da luta pela sobrevivência. Entre o elenco, há uma novidade para o público brasileiro. A atriz Daniela Tassy interpreta uma astronauta brasileira que tem um papel importante na trama. Daniela se mudou para a China em 2014 para estudar o idioma e acabou construindo sua carreira artística no país. Sua atuação foi bem recebida, destacando-se como um símbolo da colaboração cultural entre Brasil e China.
O tema da coletividade, muito presente no primeiro filme, volta a ser um ponto central da trama, abordando questões como a colaboração entre países e povos para salvar a humanidade diante da extinção do sol.
A partir dessa ideia, “Terra à Deriva 2: Destino” apresenta uma nova perspectiva com cenas filmadas em locações internacionais, incluindo os Estados Unidos, França, Islândia e Colômbia. As filmagens no exterior foram feitas por equipes locais, coordenadas em tempo real através do conjunto de filmagens na China, utilizando tecnologia de transmissão de dados em nuvem e streaming ao vivo.
A franquia “Terra à Deriva”, que já acumula mais de US$ 1,24 bilhão entre dois filmes, não apenas consolidou sua posição como uma das maiores produções de ficção científica mundial, mas também se tornou um símbolo do avanço do cinema chinês, atraindo cada vez mais o olhar do público global e já conta com um terceiro filme confirmado para estrear em 2027.
O filme estreia em 05 de junho nos cinemas brasileiros.
![[COSMO] Topo Home e Posts](https://cosmoup.com.br/wp-content/uploads/2026/02/lol5_padrao_728x90px_exib.jpg.jpeg)