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Muito Prazer, com Luisa Arraes e Daniel de Oliveira, conclui filmagens Muito Prazer, com Luisa Arraes e Daniel de Oliveira, conclui filmagens

Muito Prazer, com Luisa Arraes e Daniel de Oliveira, conclui filmagens

Lançamento nos cinemas vai acontecer em 2026

Muito Prazer”, nova comédia escrita e dirigida por Jorge Furtado (“Saneamento Básico”), terminou suas filmagens. O filme foi rodado em estúdio e motéis de Porto Alegre entre junho e julho, e a previsão de estreia nos cinemas brasileiros é 2026, com distribuição da Elo Studios.

Produção da Casa de Cinema de Porto Alegre em coprodução com a Globo Filmes, o longa é estrelado por Luisa Arraes (“Grande Sertão”), Daniel de Oliveira (“Cazuza ”), Drica Moraes (“Pérola ”), Samantha Jones, Felipe Velozo e Nicolas Vargas.

Sobre “Muito Prazer”

A trama acompanha Rubem (Daniel de Oliveira), que herda um antigo motel do seu tio, uma propriedade que ele acredita estar abandonada. Ao chegar no local, ele encontra Grace (Luisa Arraes), ex-funcionária do estabelecimento, que mora em imóvel fechado. Para quitar as dívidas de ambos, eles decidem reativar o “Motel Pérola”, mas, com a ajuda de Nalva (Samantha Jones), desenvolvem um plano nada convencional para salvar o estabelecimento.

“Foi um processo muito rico, como sempre, onde a gente parte de um roteiro, ensaia muito, e, quando chega na filmagem, muitas coisas novas surgem por colaboração de toda equipe, especialmente dos atores, que sugerem cenas, falas e detalhes. Muitas piadas surgem na filmagem”, explica Jorge Furtado sobre o processo de rodar “Muito Prazer”, sua primeira comédia para os cinemas desde “Saneamento Básico”.

“A comédia é fundamental. Precisamos rir, nos identificar com os personagens, criar situações diante das adversidades que a gente vive em tempos de inteligência artificial. A inteligência artificial ajuda muito, mas não sabe fazer piadas”, declara Nora Goulart, produtora do projeto.

Jorge Furtado é cineasta brasileiro, cofundador da Casa de Cinema de Porto Alegre e roteirista da TV Globo. Dirigiu diversas curtas como “O Dia em que Dorival Encarou a Guarda”, “Barbosa” e “Ilha das Flores”. Seus principais longas-metragens são “O Homem que copiava”, “Saneamento Básico, o filme”, “Lisbela e o Prisioneiro” (roteirista), “Meu Tio Matou um Cara”, “Rasga Coração” e “Grande Sertão” (roteirista), e os documentários “Mercado de Notícias” e “Quem é Primavera das Neves”. Na televisão, escreveu e escreveu séries como “Comédias da Vida Privada”, “Cidade dos Homens”, “Mister Brau”, “Ó Paí, Ó”, “Doce de Mãe” e “Sob Pressão”.