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O Estúdio (The Studio) do Apple TV - Final Explicado O Estúdio (The Studio) do Apple TV - Final Explicado

O Estúdio (2025) | Final Explicado da Série do Apple TV com Seth Rogen

O final de O Estúdio (The Studio) encerra a primeira temporada no Apple TV com uma mistura de caos, sátira e uma situação que pode mudar completamente o futuro da Continental Studios. No episódio 10, intitulado “A Apresentação”, Matt Remick (Seth Rogen) e sua equipe precisam lidar com Griffin enquanto se preparam para o evento mais importante do ano.

Mas o que acontece no final de O Estúdio? A Continental é vendida para a Amazon? Matt consegue salvar o estúdio? E o que a apresentação da CinemaCon significa para a 2ª temporada? Confira a explicação.

Por que Matt precisa esconder Griffin?

Depois dos acontecimentos do episódio 9, Griffin está completamente alterado após consumir cogumelos. O problema é ainda maior porque ele deveria participar da apresentação da Continental na CinemaCon justamente no momento em que a empresa enfrenta uma possível aquisição pela Amazon.

Matt revela a Patty que a venda pode colocar em risco o futuro do estúdio e dos funcionários. Com isso, Patty abandona temporariamente seu plano de expor Griffin e passa a ajudar a equipe a escondê-lo.

O grupo então recorre a uma espécie de “mágica do cinema” para transportar Griffin sem chamar atenção. O objetivo é simples: mantê-lo longe do jornalista Belloni e colocá-lo no palco a tempo da apresentação.

O que acontece durante a apresentação da CinemaCon?

O plano, porém, começa a desmoronar. Parte da equipe ainda está sob efeito das drogas e Griffin continua sem condições de conduzir o evento.

Dave Franco assume a abertura e improvisa enquanto os responsáveis tentam ganhar tempo. Zoe Kravitz também participa da apresentação, seguindo o texto exibido no teleprompter.

Quando chega o momento de Griffin falar, Matt percebe que não pode contar com o executivo.

Ele então decide assumir o palco e fazer a apresentação pessoalmente.

Matt salva a apresentação?

Matt abandona o discurso corporativo tradicional e transforma o momento em uma declaração de amor ao cinema. Ele começa a conduzir o público em um coro com a palavra “filmes”, tentando criar uma reação emocional diante da ameaça que paira sobre a Continental.

A situação chega ao absurdo quando Griffin é colocado no palco preso a uma estrutura e começa a se movimentar como um boneco.

Mesmo longe de representar uma apresentação convencional, o momento resume perfeitamente a maneira como Matt encara sua profissão: para ele, o cinema continua sendo mais importante do que os números e as estratégias corporativas.

A Continental será comprada pela Amazon?

O episódio não oferece uma resposta definitiva para a possível aquisição da Continental pela Amazon.

Essa é uma das principais questões deixadas para a continuação de O Estúdio. A ameaça de venda funciona como um gancho narrativo porque coloca Matt e os demais personagens diante de um futuro incerto.

Caso a aquisição avance, a empresa poderá passar por mudanças profundas, especialmente na relação entre lançamentos cinematográficos e streaming.

O que o final de O Estúdio significa?

O encerramento da primeira temporada reforça a principal contradição de Matt: ele quer ser um executivo capaz de administrar um grande estúdio, mas continua tomando decisões movidas principalmente por sua paixão pelo cinema e pela necessidade de provar seu valor.

A apresentação da CinemaCon também funciona como uma síntese da própria série. Hollywood é retratada como uma indústria preocupada com dinheiro, marcas, celebridades, tecnologia e reconhecimento, enquanto Matt tenta defender a importância dos filmes.

A segunda temporada terá, portanto, a oportunidade de explorar as consequências da possível venda da Continental e o impacto disso sobre Matt.

Com a produção já renovada, o final de O Estúdio não fecha todas as histórias. Pelo contrário: a ameaça da aquisição cria um novo cenário para os próximos episódios, enquanto Matt permanece dividido entre ser um executivo de Hollywood e continuar acreditando que o cinema deve estar acima dos negócios.